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O Papa é metaleiro? Ou o Papa é pop?

O Papa gravou um cd de Rock?

Universo Harmônico //A Voz Divina

A gente senta-se ao órgão ao mesmo tempo que milhares de outros, mas não sente as mesmas coisas néscias que sentem êsses outros, que permanecem com ambos os pés pregados à terra e lançam um olhar horizontal e fixo às paredes vazias que têm à sua frente. A gente faz o mesmo, também, de princípio. Um belo dia, no entanto, um pensamento estranho nos perturba, e tudo, então, surge claro como o dia. O homem não deve apenas olhar fito ante si, senão para cima também.
(Johann Sebastian Bach)

Unicórnio existe? Deus não existe?

Você já deve ter ouvido aquele papo dos ateus, se Deus existe unicórnio também existe, ou saci também existe, seria isso uma logica ou uma falacia?

Apóstolo Pedro


Segundo a Bíblia, seu nome original não era Pedro, mas Simão. Aparece ainda uma variante do seu nome original, Simão Pedro, no livro dos Atos dos Apóstolos (Atos 10:18) e na II Epístola de Pedro (II Pedro 1:1).
No Evangelho de João (João 1:42), Cristo muda seu nome para כיפא, Kepha (Cefas em português), que em aramaico significa "pedra", "rocha", nome este que foi traduzido para o grego como Πέτρος, Petros, através da palavra πέτρα, petra, que também significa "pedra" ou "rocha", e posteriormente passou para o latim como Petrus, também através da palavra petra, de mesmo significado.

A mudança de seu nome por Jesus Cristo, bem como seu significado, ganham importância de acordo com a Igreja Católica em Mateus 16:18 (a chamada "Confissão de Pedro"), quando Jesus diz: "E eu te declaro: tu és Kepha e sobre esta kepha edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela." Jesus comparava Simão à rocha. Desta forma, Cristo foi o fundador da Igreja Católica, fundada sobre Simão Pedro e sendo-lhe concedido, por este motivo, o título de "Príncipe dos Apóstolos". Esse título é um tanto tardio, visto que tal designação só começaria a ser usada cerca de um século mais tarde, suplementando o de Patriarca (agora destinado a outro uso). Pedro foi o primeiro Bispo de Roma. Essa circunstância é importante, pois daí provém a primazia do Papa e da diocese de Roma sobre toda a Igreja Católica; posteriormente esse evento originaria os títulos "Apostólica" e "Romana".

Existem diversas interpretações protestantes sobre o significado deste versículo. As igrejas do protestantismo histórico, argumentam que a "pedra" referida seria a confissão de fé de Pedro, isto é, que Cristo é o Messias . As igrejas pentencostais e neopentencostais argumentam recentemente que a pedra é o próprio Jesus. Em ambos os casos afirma-se que na tradução da Bíblia em grego, a palavra para pedra é "petra", que significa uma "rocha grande e maciça", a palavra usada como nome para Simão, por sua vez, é "petros", que significa uma "pedra pequena" ou "pedrinha". Porém em grego, inicialmente as palavras "petros" e "petra" eram sinônimos no primeiro século e no Evangelho segundo Mateus original em aramaico, língua falada por Jesus e pelos apóstolos, a palavra para rocha ou pedra é Kepha, enquanto a palavra para pedrinha é evna, o que Jesus disse a Simão foi “tu és Kepha e sobre esta kepha construirei minha igreja.”

Indícios arqueológicos

A partir da década de 1950 intensificaram-se as escavações no subsolo da Basílica de São Pedro, lugar tradicionalmente reconhecido como provável túmulo do apóstolo e próximo de seu martírio no muro central do Circo de Nero. Após extenuantes e cuidadosos trabalhos, inclusive com remoção de toneladas de terra que datava do corte da Colina Vaticana para a terraplanagem da construção da primeira basílica na época de Constantino, a equipe chefiada pela arqueóloga italiana Margherita Guarducci encontrou o que seria uma necrópole atribuída a Pedro, inclusive uma parede repleta de grafitos com a expressão Petrós Ení, que, em grego, significa "Pedro está aqui".

Também foram encontrados, em um nicho, fragmentos de ossos de um homem robusto e idoso, entre 60-70 anos, envoltos em restos de tecido púrpura com fios de ouro que se acredita, com muita probabilidade, serem de Pedro. A data real do martírio, de acordo com um cruzamento de datas feito pela arqueóloga, seria 13 de outubro de 64 d.C. e não 29 de junho, data em que se comemorava o traslado dos restos mortais de Pedro e São Paulo para a estada dos mesmos nas Catacumbas de São Sebastião durante a perseguição do imperador romano Valeriano em 257.
FONTE:   Religion: Peter & the Rock (Dec. 07, 1953_em inglês)

A Eleição no ponto de vista molinista.


Você conhece o molinismo e no que ele implica?
Molinismo - é a doutrina sobre a Providência Divina que leva o nome do jesuíta espanhol Luís de Molina (1535-1600) que procura conciliar as ideias de que os seres humanos possuem liberdade significativa ou libertária e de que Deus possui controle providencial sobre tudo o que ocorre. A maneira pela qual Deus é capaz de exercer controle providencial sobre tudo o que ocorre num mundo onde existem criaturas livres é através de Seu conhecimento médio, isto é, conhecimento hipotético ou conhecimento contrafatual de tudo o que criaturas livres fariam em todas as circunstâncias em que Deus as colocaria. O conhecimento médio, portanto, é o conhecimento dos contrafatuais acerca do que criaturas livres fariam nas circunstâncias em que elas fossem colocadas.

1. Conhecimento natural
O conhecimento do que é possível ou das possibilidades.
2. Conhecimento médio
O conhecimento de como um ser possuidor de livre-arbítrio (independência libertária) poderia agir em qualquer situação.
3. Conhecimento livre
O conhecimento do que realmente acontecerá.
Assim, o Conhecimento médio de Deus desempenha um papel importante na realização do mundo. Na verdade, parece que o Conhecimento Médio desempenha um papel mais imediato na criação de presciência de Deus. William Lane Craig assinala que "sem o Conhecimento médio, Deus iria encontrar-se, por assim dizer, com o conhecimento do futuro, mas sem qualquer planejamento lógico e prévio do futuro." A colocação do Conhecimento médio de Deus entre o Conhecimento natural e o Conhecimento livre é crucial. Pois se o Conhecimento médio estivesse depois do Conhecimento livre, então Deus estaria ativamente fazendo o que várias criaturas fariam em várias circunstâncias e, assim, destruindo a liberdade. Mas, colocando o Conhecimento Médio antes do Conhecimento livre, Deus permite a liberdade. A colocação de Conhecimento médio logicamente depois do Conhecimento natural, mas antes do Conhecimento livre também dá a Deus a possibilidade de examinar mundos possíveis e decidir qual mundo atualizar.

Graças, então, ao Conhecimento médio, Deus sabe o que a vontade livre fará nas diversas situações em que uma pessoa se encontrar e, através do Conhecimento livre, em qual situação a pessoa concretamente ficará, assim ele pode com certeza prever o sucesso da graça que doará a cada um.[

Deus Existe? Argumento Moral.


O Argumento Moral
O Argumento Moral se resume basicamente na seguinte lógica: (1) Se valores morais objetivos existem, então Deus existe; (2) valores morais objetivos realmente existem; (3) portanto, Deus existe.
Vamos analisar a primeira premissa: Existem valores objetivos? Se a moralidade é relativa e não absoluta, este argumento é destruído! Só para entender o vocabulário utilizado, moralidade objetiva significa que a diferença entre o certo e o errado é muita clara entre a humanidade, enquanto a moralidade relativa significa que a moralidade depende, ou não é clara para os seres humanos. Abordamos até certa extensão deste assunto no artigo a respeito de verdade relativa versus verdade absoluta, mas aprofundaremos a questão mais um pouco.
Existem três tipos de moralidade relativa: Relativismo Cultural, Convencionalismo e Subjetivismo Ético.
O Relativismo Cultural defende que o que é certo em uma cultura pode ser errado em outra cultura, e por isso a moralidade não é objetiva. Por exemplo, o aborto é completamente proibido em países como o México, opcional em países como os Estados Unidos e liberalmente praticado em países como a China. O grande problema dessa afirmação é que a moralidade não é descritiva e sim prescritiva. Ela diz como deveria ser o mundo e não o que é o mundo hoje. Além disso, só porque a resposta das culturas é diferente para uma determinada pergunta, não quer dizer que não exista uma resposta correta para essa pergunta.
Quando esse assunto surge, muitos céticos gostam de ilustrar com a história do elefante e das três pessoas vendadas. Ao apalpar partes diferentes do elefante, elas divergem na definição do objeto. Ao apalpar a trompa do elefante, uma diz que é uma cobra. Ao apalpar a pata do animal, a outra diz que é o tronco de uma árvore. A última, ao apalpar as orelhas do elefante, diz que é uma grande folha. Com essa história, querem dizer que pessoas diferentes veem a realidade de forma diferente, dependendo de onde você está e qual a cultura que você tem. Mas, com isso, eles se esquecem de um detalhe: apesar de cada pessoa ter dito uma coisa, a verdade não deixava de ser que eles estavam apalpando um elefante! Percebe? Quando as pessoas discordam a respeito da moralidade, não significa que não exista moralidade objetiva!
O segundo tipo, chamado Convencionalismo, diz que a sociedade seria o agente que deveria decidir o que é certo ou errado. Ao contrário do Relativismo Cultural segundo o qual não existem respostas certas ou erradas, o Convencionalismo diz que existe certo ou errado, porém, cada sociedade deve decidir. Não precisamos ir muito longe para entender que o Convencionalismo não dá certo. Essa era a filosofia da Alemanha na época de Segunda Guerra Mundial. A lei dizia que os judeus eram sub-humanos e indignos de viver. Essa lei era “moral” porque, em um sistema Convencionalista, tudo o que é legal é moral, e o que é ilegal é imoral.
A forma mais propagada de moralidade relativa é o Subjetivismo Ético. Nessa filosofia, é o indivíduo que define o que é certo e errado para ele. A moralidade nada mais é do que preferência e opinião pessoal. Nesse caso, ninguém poderia dar qualquer opinião concreta sobre um fato ou uma ação de forma coerente. Não poderia ser dito que os ataques terroristas ou guerras realizadas nas últimas décadas foram ruins, e nem que os grandes pacificadores e altruístas foram bons. Um subjetivista ético teria que passar indiferentemente por uma situação de homicídio ou de estupro sem dizer nada, porque, para ele, isso pode ser errado, mas para outros pode não ser.Pode parecer exagero, mas sua casa pode ser roubada e sua filha morta, desde que o ladrão e o assassino acreditem que suas ações são corretas.
Agora vamos para o outro lado da moeda: a Moralidade Objetiva. A Moralidade Objetiva é uma prescrição de princípios morais aplicáveis em todas as situações, para todas as pessoas em todas as épocas. Uma das formas de observar sua existência é simplesmente por nossa intuição. É o que percebemos, por exemplo, quando vemos a frase “Crianças são torturadas como forma de entretenimento”. Qual a sua intuição primária ao ler essa frase? Isto é errado! E quando lê a frase: “Homem mata esposa e filha com trinta facadas”. Errado!
O inglês Richard Dawkins, o mais famoso ateu fundamentalista da atualidade, em seu livro River Out of Eden, diz que nosso universo não oferece “nenhum propósito, nenhum mal e nenhum bem. Nada senão uma cega e impiedosa indiferença. O DNA não se importa. O DNA simplesmente é. E nós dançamos conforme sua música.”[1] Mas seu livro Deus, um Delírioestá completamente permeado de um sentimento de profundo desgosto por atos “imorais”, assim demonstrado também por sua ativa participação em protestos contra abuso de crianças e pelo preconceito contra homossexuais. Mas, se o DNA não sabe e nem se importa, por que e como sabemos o que é certo e errado e por que nos importamos?
Ele então continua a argumentar que a moralidade evoluiu dos chimpanzés que têm uma noção de viver em família, de ajudar seus parceiros e trabalhar em grupo. O problema disso tudo é que, se foi realmente a evolução que nos levou a adquirir o senso de moralidade que temos hoje, a moralidade é subjetiva, ou seja, cada pessoa, família ou grupo pode construir seu próprio código de moralidade. Isso não seria, porém, a moralidade absoluta que observamos na humanidade.
A Moralidade Objetiva é a única forma coerente de moralidade e a única que pode ser vivida consistentemente.
Agora que estamos tranquilos com a primeira e a segunda premissas, temos que entender como chegamos diretamente à terceira. Por que precisamos necessariamente chegar prematuramente à ideia de que a Moralidade Objetiva prova a existência de Deus? Não podemos explicar essa moralidade simplesmente atribuindo-a à lógica e à evolução naturalista?Para isso, precisamos explicar de onde veio a moralidade.
Primeiro, vejamos esta citação de Kai Neilsen, um filósofo ateu dinamarquês: “Não fomos capazes de mostrar que a razão exige o ponto de vista moral, nem que todas as pessoas realmente racionais não deveriam ser individualistas egoístas ou não morais clássicos. A razão não decide aqui. O que pintei para você não é agradável. A reflexão sobre isso me deprime. […] A razão prática, pura, mesmo com um bom conhecimento dos fatos, não o levará à moralidade.”[2] Isso se explica facilmente porque na visão ateia evolucionista o ser humano é apenas um animal, e animais não têm qualquer obrigação moral.
Outra citação interessante é do australiano J. L. Mackie, um filósofo que tentou provar com unhas e dentes que a moralidade é relativa: “Se há valores objetivos, eles tornam a existência de um deus mais provável do que seria sem eles. Portanto, temos um argumento defensável a partir da moralidade para a existência de um deus.”[3]
Com isso em mente, vamos relembrar os fatos que temos por enquanto. Sabemos que a moralidade é: (1) Prescritiva, (2)um comando, (3) universal, (4)objetiva, (5) autoritativa.
Levando isso em consideração, em primeiro lugar, prescrições e comandos são feitos apenas entre seres pensantes, portanto, podemos saber que, seja de onde vem a moralidade, tem que vir de uma mente pensante. Em segundo lugar, a moralidade vem com um propósito e uma vontade, portanto, a fonte de moralidade também deve ter um propósito e uma vontade. Em terceiro lugar, a moralidade é universal e transcende os seres humanos, o tempo e o espaço, portanto, a fonte também deve ser transcendente. Em quarto lugar, já que a moralidade é autoritativa, deve ter vindo de uma autoridade e autoridade só pode ser mantida por uma pessoa, portanto, a fonte deve ser pessoal. E, finalmente, a fonte deve ter o poder e a habilidade para impor a sua vontade moral em nossa intuição. Como podemos chamar essa fonte de moralidade? Deus.
Nas palavras de Paul Copan, filósofo e Teólogo americano: “A razão pela qual o teísmo faz mais sentido aqui é que a personalidade e a moralidade estão necessariamente conectadas. Isto é, os valores morais estão enraizados na personalidade. Sem Deus (um Ser pessoal), nenhuma pessoa – e, portanto, nenhum valor moral – poderia existir.”[4]
É interessante notar que, de longe, o argumento mais usado por ateus é: “Como podemos acreditar em um Deus bom se existe tanta maldade no mundo?” A resposta completa a esse argumento será dada em outro momento, porém, existe uma importante questão que precisamos levantar motivados por essa afirmação. Com esse argumento, um ateu ou até mesmo um cristão sincero está afirmando claramente que existe o mal no mundo. Se alguém acredita que existe o mal, também está pressupondo que exista o bem. Mas se alguém diz que existem o bem e o mal, está implicitamente afirmando que existe uma lei moral que diferencia o bem do mal. E se existe uma lei moral, existe um doador da lei moral. Portanto, um argumento que era primariamente para ir contra a existência de Deus, na realidade, é um argumento a favor dEle!
O argumento moral nos mostra evidências claras de que existe um Deus pessoal e poderoso que colocou no seu e no meu coração a vontade de fazer o que é certo, e abre nossa realidade para a culpa quando fazemos o que é errado. A questão é se vamos reconhecer que Ele existe nos apoiando em todas as evidências que Ele nos dá para acreditar nisso.
Um soldado na Guerra do Vietnã, cansado da incessante pressão dos companheiros que lhe diziam que Deus não existia, escreveu uma poesia em meio aos ruídos da morte. Na noite anterior a uma terrível batalha, ele escreveu o seguinte:
“Eu nunca falei contigo, Deus Pai / Mas agora quero dizer, ‘Como vai?’
“Eles me disseram que Você não existia / E eu como um tolo acreditei com garantia.
“Ontem à noite, de um buraco o Seu céu contemplei / O que eles me disseram era uma mentira, agora eu sei.
“Se eu tivesse separado tempo para ver as coisas que Você fez / Eu saberia que eles não estavam nos chamando para fazer guerra.
“Me pergunto, Deus, se Você tomaria a minha mão / De alguma forma eu sinto que terá compaixão.
“Engraçado eu ter que vir para este lugar infernal / Antes de ter tempo para ver Sua face eternal.
“Acho que não há muito mais para dizer / Mas estou muito feliz, Deus, de hoje Lhe conhecer.
“Acredito que a meia-noite chegará certa / Mas eu não estou com medo sabendo que Você está por perto.
“O sinal soou, Deus, eu tenho que partir / Gosto muito de Você, e quero admitir.
“Saiba que essa será uma luta assustadora / Quem sabe eu vá para Sua casa na aurora.
“Apesar de nunca ter sido Seu amigo / Me pergunto se naquele grande dia / Você me esperaria para dar abrigo.
“Olhe, agora estou chorando, estou derramando lágrimas, Deus / Tenho que ir agora, Senhor, adeus.
“Estranho que agora que vim a você conhecer / Não tenho mais medo de morrer.”
Você pode até afirmar que Ele não existe, só não pode dizer que não recebeu evidências suficientes!

Mais um blablablá Cristão.

                                       


É difícil viver com a hipocrisia humana, mais difícil ainda quando tentamos usar argumentos religiosos para provar que estamos certos e os outros errados. A humanidade já nasce por suas paixões e vontades desvirtuadas a buscar seus próprios interesses. Um filosofo Alemão chamado Friedrich Nietzsche disse uma vez: “a moral é o meio dos fracos barrarem os fortes”.


Bem, ele morreu com sífilis e meio perturbado da cabeça. A moral dele não foi lá essas coisas para poder conter o mal que existia dentro dele e pra falar à verdade que existe dentro de nós que é o desejo! O desejo é um prazer egoísta que existe em todos os seres humanos, se para alguns a religião é o maior mal da humanidade, para mim o homem é o maior mal da humanidade. Por desejos ele é capaz de desvirtuar valores bons em maus para suprir as suas próprias necessidades.



Eu tenho visto isso no meio social e religioso, se alguns ateus dizem que a religião é um vírus destruidor de idéias próprias, eu assim também acredito! Vejo homens usando a Bíblia para tirar proveito da boa fé de muitas pessoas (desejos), vejo homens usando do romantismo para abusar das mulheres (desejos), vejo mulheres usando o seu lindo corpo para poder crescer financeiramente (desejos), vejo crianças fazendo birra para que seus pais lhe dêem presentes (desejos). Homem com homem não é errado porque o mais importante é satisfazer os desejos (a maior mentira da humanidade). Sendo assim pedofilia também não seria, assassinato também não seria e muitas outras coisas também não seriam afinal tudo faz parte de um desejo egoísta!



Por isso quero deixar bem claro nesse texto, CRISTO NÃO É UMA RELIGIÃO! Ele é a manifestação de um Deus de amor para com os homens, Cristo veio para oferecer aos homens um pouco do que é divino, pois sabemos que sermos 100% homens é o maior mal que iremos cometer. Cristo oferece o Espírito Santo que nos proporciona uma luta diária contra nossos desejos, eliminar nossos desejos é a nossa maior vitória. 



Algumas pessoas devem está pensando assim: “eu sabia que era mais um blá blá cristão.”



Desculpe em não satisfazer o seu desejo, afinal foi meu desejo escrever esse texto.



A moral de Cristo é essa: “Ame ao próximo como a ti mesmo”. Desculpe em dizer (isso é show!!!). Tipo, tudo bem satisfazer o seu desejo, mas saiba que existem pessoas próximas a você quem não podem ser apenas um instrumento para sua alto satisfação. Desejo aquilo que não possa ferir ao próximo, sendo assim, nem todo desejo é bom e isso é senso de moral, viver bem com o mundo é um desejo que todos deveriam ter, porém para que ele seja verdadeiro em nossas vidas, precisamos eliminar a maior parte de nossos desejos pessoais. Cristo não apenas nos ensina isso, mas como também ele vive isso em sua vida terrena, se fazendo exemplo para todos os homens. Como eu sempre digo, muitos dizem que Cristo foi apenas um homem, sim! Ele foi um homem, mas seus ensinamentos e suas obras têm certeza que foram divinas, e isso não me traz duvidas quanto a sua natureza divina, nunca na historia da Terra existiu uma homem assim, como Cristo. Ele é único e sempre será.

10 Provas do Jesus Histórico!


Muitas pessoas, principalmente, os ateus tem diversas dúvidas da existência de Jesus Cristo, pois alegam que tudo não se passa de histórias criadas pela Igreja para fazer com que a população creia em uma determinada coisa. Um exemplo disso é Hildeberto Aquino que em uma matéria da Revista Época escreveu que “Jesus é a maior ilusão da humanidade…”.
Porém, existem diversos estudos e trabalhos que comprovam a existência na Terra de Jesus Cristo e várias evidências são apontadas, as quais passamos a listar a partir de agora.

A Bíblia

a biblia
A Bíblia é a principal evidência de Jesus Cristo na Terra e embora para muitos ela seja “O Livro Sagrado”, na realidade é um livro histórico que conta vários momentos marcantes da população da Palestina, do Egito, da Assíria, do Império Romano e, claro, de Jesus Cristo tem o cunho da verdade.

Obra Antiguidades Judaicas

flavio josefo antiguidades judaicas
O historiador judeu Flávio Josefo viveu na época de Jesus Cristo e em sua obra “Antiguidades Judaicas“, mais precisamente no capítulo terceiro do volume XVIII diz:
“… entretanto existia, naquele tempo, um certo Jesus, homem sábio… Era fazedor de milagres… ensinava de tal maneira que os homens o escutavam com prazer… Era o Cristo, e quando Pilatos o condenou a ser crucificado, esses que o amavam não o abandonaram e ele lhes apareceu no terceiro dia…”.
Este é um relato da época, escrito por um Judeu que viveu a existência de Jesus Cristo.

Anais de Públio Cornélio Tácito

Anais de Publio Cornelio Tacito
Tácito era um convicto pagão romano (56 d.C. – 120 d.C.) e foi considerado um dos maiores historiadores da Antiguidade. Em seus Anais (parte XV), escreveu:
“… Nero infligiu as torturas mais refinadas a esses homens que sob o nome comum de cristãos, eram já marcados pela merecida das infâmias. O nome deles se originava de Cristo, que sob o reinado de Tibério, havia sofrido a pena de morte por um decreto do procurador Pôncio Pilatos…”.

Carta de Plínio

cartas de plinio
Plínio (62 d.C. – 114 d.C.) foi um procônsul em Jerusalém e ao escrever uma carta ao imperador Trajano relatou que
“… maldizer Cristo, um verdadeiro Cristão não o fará jamais… cantam (os cristãos) hinos a Cristo, como a um Deus…”.

Obra Vitae Duodecim Caesarum (Os dozes césares)

Vitae Duodecim Caesarum

O historiador romano Suetônio (70 d.C. – 130 d.C.) escreveu em um trecho do livro quinto da obra “Os doze césares”, mais precisamente no capítulo XXV no qual evoca o imperador Tibério:
“… expulsou de Roma os judeus, que instigados por um tal Chrestus (Cristo), provocavam frequentes tumultos…”.

Urna de Tiago

urna de thiago irmao de jesus
A primeira prova arqueológica da existência de Jesus Cristo é uma urna de calcário que era usada à época para depositar os ossos na cidade de Jerusalém. O ossuário data de aproximadamente 63 d.C. e nele está escrito “Tiago, filho de José, irmão de Jesus”. Para estudiosos no assunto, o ossuário trata realmente de Tiago que era o irmão de Jesus Cristo.

Pergaminhos Sagrados

Pergaminhos mar morto
Outro grande achado da arqueologia e que trata sobre a existência de Jesus Cristo na Terra, são os Pergaminhos do Mar Morto que foram encontrados em Israel, na década de 1940. Os pergaminhos e papiros encontrados foram datados através da técnica de carbono-14 e confirmaram que se trata da época de Jesus Cristo (150 a.C. – 70 d.C.) e referem em vários pontos a um “mestre da justiça”.

Obra de Luciano de Samosata

Obra de Luciano de Samosata
Luciano de Samosata foi um escritor grego que escreveu, apesar de não ser cristão, durante toda a sua vida (segundo século) que Jesus Cristo era adorado pelos povos cristãos, pois teria introduzido diversos novos ensinamentos e que foi por eles mesmos crucificado. Luciano de Samosata diz ainda em seu escritos que entre os principais ensinamentos de Jesus Cristo estavam a fraternidade, a importância da conversão e que todos deveriam negar outros deuses a não ser o seu pai. Ele ainda fala que os cristãos viviam sob as leis de Jesus, acreditam ser imortais e desdenhavam da morte.

Escritos Gnósticos

Escritos Gnosticos
O Evangelho da Verdade, O Apócrifo de João, O Evangelho de Tomé, O Tratado da Ressurreição, entre outros são considerados os escritos gnósticos e todos eles mencionam a existência de Jesus Cristo na Terra.
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Mara Bar-Serapião

Mara Bar-Serapiao
Mara Bar-Serapião foi um escritor sírio e ficou conhecido por ter fornecida uma das maiores referências não judaica e não cristã sobre a existência de Jesus Cristo quando escreveu uma carta 40 anos depois da crucificação (73 d.C.) onde encoraja seu filho a adquirir conhecimento. Nesta carta ele usa diversos exemplos como, os filósofos Sócrates e Pitágoras, além de um “rei sábio” que havia sido executado pelos judeus.



Fonte: http://top10mais.org/top-10-evidencia-existencia-jesus-cristo/#ixzz3mIkc2z7K
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